
Será que dá pr'a enxergar, Lira Maia, Vic Pires Franco e Valéria, nessa foto?
Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.
Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.
Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?
Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.
Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.
Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.
Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.
Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".
Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.
Tiberio Alloggio (*)
Quem nutria grandes esperanças sobre o sucesso da Conferencia de Copenhague já anda cabisbaixo. O acordo entre China e EUA em não pré-definir metas para e diminuição de suas emissões de gases na atmosfera abalaram as expectativas positivas antes mesmo da Conferência começar.
Se para os ambientalistas a frustração já é tamanha, ainda maior o será para uma grande porção de empresários que davam como favas contadas a aprovação do REED (pagamento para serviços ambientais prestados).
A impressão que fica é que as negociações, além de estar sendo mal conduzidas, continuam focadas em questões meramente ecológicas.
A Conferência do Clima não pode ser entendida apenas como uma questão ambiental. Ela é também uma questão econômica, e se continuarem em desconsiderar esse fator, não haverá avanços.
Nesse sentido, o que está pegando mesmo é a pressão dos países ricos sobre os “emergentes”. Ou seja, a pretensão dos ricos para que os “novos ricos” venham a ter as mesmas obrigações deles.
Enquanto isso, os países emergentes (do quais Lula é porta-voz) continuam sustentando a tese que são os países ricos (que já desmataram) que devem pagar a conta.
Lula e o Brasil mantêm a estratégia de responsabilizar os países ricos pelo aquecimento global, principalmente pelo que fizeram no passado. É um conceito de “dívida” ambiental que pode não funcionar se os “emergentes” não oferecerem contrapartidas.
Eles não querem prejudicar o próprio crescimento econômico. Que foi um dos motivos pelo qual o Brasil não queria assumir compromissos de redução da emissão dos gases de efeito estufa (GEEs).
Mas como a maioria das fonte de emissões brasileiras não são produzidas pela indústria, mas sim pelo desmatamento das florestas, a redução do desmatamento não tem como comprometer o crescimento econômico, pois a maioria do desmatamento é resultante da incultura e dos interesses predatórios escusos.
Além do mais, o Brasil possui território suficiente para aumentar a sua produção agropecuária, sem necessidade de desmatar. Enquanto para a redução das emissões do setor de transportes tem na manga a carta da alternativa dos biocombustíveis.
Ao valorizar mais a floresta preservada do que a desmatada, o Brasil resolveu assumir metas de redução das emissões que não comprometem seu crescimento econômico.
Por isso, o Brasil acabou por anunciar suas metas de redução antes da conferencia, mas mesmo assim não conseguiu que China e EUA mostrassem as suas.
Por ter antecipado as metas, antes do acordo anunciado pelos Chino-Americano, Lula e o Brasil deverão se sair bem na foto. E não poderão ser culpado pelo eventual fracasso da conferencia. Na qual, poderão cobrar metas e recursos aos demais países ricos.
Enfim, o Brasil continua bem no jogo.
Essa postura brasileira, teria sido mais uma intuição de Lula, ou o resultado de sua estrela?
Embalado pela imensa popularidade interna, Lula parece estar mostrando certeza que irá salvar a Conferência do Clima em Copenhague.
Nesse sentido, não se pode esquecer que sua popularidade não é apenas interna, mas que o presidente do Brasil goza também de uma imensa popularidade externa. Alcançada pelo seu carisma pessoal.
Ao assumir metas, e exigir que os demais também as assumam, em escalas maiores (no caso dos países ricos), Lula deu mais uma tacada de mestre.
Mas tudo indica que com o acordo China-EUA, Lula e o Brasil terão que se contentar (por enquanto) com promessas vagas de dinheiro para subsidiar a redução do desmatamento.
E que, inclusive, será cobrado para demonstrar que as metas propostas para acabar com o desmatamento são viáveis, e não apenas “meras intenções”.
Enfim, o jogo em Copenhague está apenas começando.
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* É sociólogo e reside em Santarém. Escreve regularmente no www.jesocarneiro.com.br
Joãozinho estava brincando no playground da escola, qdo viu o carro do seu pai passando em direção ao mato atrás da escola.. ele Seguiu o carro e viu seu pai e tia Jane, se abraçando apaixonadamente!!! Joãzinho achou isso tão excitante, que não se conteve e correu pra casa para contar pra sua mãe o que tinha visto ...
- Mamãe, ma mãe, eu estava no playground da escola, qdo vi o carro do papai indo pro mato com a tia Jane dentro... Eu fui atrás pra ver e ele tava dando o maior beijo na tia Jane.....depois ele a ajudou a tirar sua blusa... aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calças e depois a tia Jane....'
Nesse ponto a Mamãe o interrompeu e disse:
- Joãozinho, essa é uma estória tão interessante, que tal você guardar o resto dela pra hora do jantar?....
Eu quero ver a cara do seu pai, qdo você contar tudo isso hoje à noite!'
Na hora do jantar, a Mamãe pediu pro Joãozinho pra contar sua estória... Joãozinho começou a sua estória:
- 'Eu tava brincando no playground da escola, qdo vi o carro do papai indo pro mato com a tia Jane dentro... aí, fui correndo atrás pra ver e ele tava dando o maior beijo na tia Jane...aí ele a ajudou a tirar sua blusa... aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calcas e depois a tia Jane e o Papai começaram a fazer as mesma s coisas que a Mamãe e o tio Bill faziam, quando o Papai estava no exército ...'
A ma mãe des ma iou!
Conselho: Dê atenção a quem estiver falando com vc e escute tudo até o final, antes de tirar sua próprias conclusões!